Preconceito e saúde mental. Você não está louco | Dra. Maria Fernanda

Preconceito e saúde mental. Você não está louco | Dra. Mari

Preconceito e saúde mental. Você não está louco | Dra. Maria Fernanda



se você está louco o preconceito com a saúde mental e é bom pessoal essa doutora maria fernanda sou médico psiquiatra estou de volta com mais um vídeo para vocês e hoje a gente vai falar sobre um tema bastante conflituoso e que tem que ser falado a respeito que é o estigma eo preconceito com a saúde mental quando a gente fala de saúde mental nós estamos falando apenas dos transtornos ou doenças mentais nós estamos nos referindo ao nosso modo de estar-no-mundo né as nossas relações com as outras

pessoas com a nossa postura perante o mundo em que a gente vive com a forma como encaramos a vida e isso tem a ver tanto com sofrimento quanto com felicidade a impossibilidade de se manter um diálogo nas redes sociais porque argumentos contrários se transforma em ofensas tem a ver com a nossa convivência com o outro e tem a ver com a diferença assim como intolerância ao voto de quem escolheu o talco e quando difere do nosso falar de saúde mental portanto é falar do dia a dia é falar de

convivência é respeitar o sujeito pela história particular de cada um e pensar que cada um tem as suas próprias batalhas e dificuldades particulares da sua vida e cada um recorre então à diferentes ferramentas para lidar com elas é a colher em vez de excluir principalmente na atualidade né quando os grupos de pessoas iguais se fecham numa redoma de falsa segurança ninguém duvida que tem um estigma ligado a quem tem doença mental esse estigma ou preconceito ele acaba isola ndo o indivíduo em

relação as outras pessoas como se ele fosse uma pessoa marcada pelo passado da doença então a doença mental ela é com frequência relacionada com mendigo que tá andando nas ruas que fica falando sozinho aquela mulher que aparece na tv e tem 16 personalidade os dentes com aquele psicopata louco serial killer que aparece lá no seriados então quantas vezes nós não usamos a palavra louco esquizofrênico maninha que o psicopata no nosso dia-a-dia quem durante a infân cia não vivenciou uma situação de

discriminação oi e a exatamente isso o que significa a palavra estigma ela significa exclusão discriminação e ela maior barreira que impede as pessoas de buscar assistência médica as pessoas se olham e desenhar tô fazendo uma família que o irmão não é uma doença né então o programa para os outros eu não tô tão grave assim o estigma relacionado com a doença mental ele vem do medo do desconhecido né de um conjunto de falsas crenças que originam a fal ta de conhecimento e compreensão todos nós somos

suscetíveis a vivenciar loucura a angústia a passar por uma crise emocional isso é próprio do ser humano então é muito importante que as nossas sociedades tragam resposta para esse sofrimento psíquico seja nas questões mais banais do dia-a-dia seja nas questões mais profundas e complexas a nossa saúde mental ela é importantíssimo nas decisões e nas relações que a gente vai traçando ao longo da nossa vida de acordo com a organização mund ial de saúde um em cada quatro pessoas ter algum transtorno

mental em algum momento da sua vida então todas as pessoas tem alguém do seu relacionamento próximo seja familiar ou amigo que sofre de a a psiquiatra e mesmo assim tenho muitos estereótipos relacionados ao transtornos mentais muitas pessoas acreditam ainda nos dias de hoje que as pessoas com transtornos mentais são as próprias responsáveis pela sua condição que elas adoeceram porque elas não se esforçaram o suficiente muito s pacientes meus aqui na minha vida é ótima como que eu deixei isso

acontecer como se a gente tivesse a opção de escolher ou não ninguém escolhe tem um transtorno mental a própria palavra já fala transtorno isso quer dizer que ele causa um impacto na vida daquela pessoa ele prejudica a vida o trabalho o relacionamento com a família a pessoa me escolhe ser daquele jeito é algo que acontece simplesmente por conta do transtorno e isso gera um outro estereótipo que aquele de encarar as doenças psiquiátricas como um sinal de fraqueza de incompetência de frescura é fã

se a gente encontrar aqueles que é dito que seus parentes mais próximos possam estar com problemas clínicos sérios e o que acontece muitas vezes porque a saúde mental na vista como parte de saúde física né o cérebro tá no comando mas ele não é valorizado como ele deveria quando ele não tá bem nada mais vai estar e isso faz com que as pessoas com transtornos mentais sejam mais vistas como fracas né qua ndo na verdade o oposto a pessoa passa a ser mais forte mais resiliente para encarar o próximo

conflito né ela reconhecer e inclusive os nossos pontos fracos não é sinal de fraqueza e sim de força outros acreditam que as pessoas com problemas mentais são estáveis e podem perder o controle a qualquer momento se tornando até perigosas ou imprevisíveis a maioria das pessoas com doenças mentais têm tendência para se afastar do contato social do que parece confrontar agressivamente com o s outros na maioria das vezes elas são vit e não causadoras então a grande maioria das pessoas com

transtornos mentais não são mais violentas do que as pessoas sem transtorno mental e naquelas pessoas que têm uma dificuldade de controle por conta do quadro dela né com uma certa estabilidade se os médicos amigos e família e o próprio doente estiverem atento aos sinais premonitórios da doença as crises podem facilmente ser detectadas e tratadas de uma forma conveniente antes d e se tornarem graves muitas pessoas não reconhece os transtornos mentais como reais as doenças psiquiátricas não são

levadas a sério por que não são visíveis né não são palpáveis como um osso que a quebrado ou alguma lesão que aparece na minha pele o mais importante é entender que as pessoas com transtornos mentais são pessoas como qualquer outra e as doenças se tratam como as outras doenças também a gente ainda ver muito também aquela crença de que tem a potência mental não é cap az de recuperar da condição e que nunca vai conseguir trabalhar ou viver de forma autônoma nem como se os transtornos mentais fosse

incuráveis as doenças mentais tratam-se em muitos doenças recuperam a saúde elas devem ser encaradas do mesmo modo como a gente olha para os dois seus físicas como um câncer ou doenças do coração a gente sabe que tem muitas doenças mentais com causas definidas e que precisam dos cuidados e do tratamento mas quando esses cuidados e tratamentos são prestad os a pessoa vai tomar melhora vai ter uma recuperação voltando para comunidade voltando a sua vida estando se encontrando estáveis então elas

são tratáveis e a maioria se recupera a maioria terá melhora em muitos casos extremos cura né se a gente olha a depressão uma doença que tem setenta e oitenta por cento de cura transtorno de pânico noventa porcento o transtorno bipolar a esquizofrenia são doenças que ainda precisam de acompanhamento o resto da vida mas é uma minoria dos casos né porque as maioria das pessoas ficam bastante produtiva e que continuam com suas atividades normalmente se você de repente com o sabiá mas eu

conheço fulano que ele não dá conta mesmo com tratamento ele fica muito estranho provavelmente é um quadro grave ou essa pessoa não está com tratamento adequado então pessoal os estereótipos ele sempre vão existir em relação a determinados grupos de pessoas e não é porque a gente conhece eles que eles se tornem prejudiciais e sim porque a gente usa aceita e a gente com isso acaba julgando e desenvolvendo emoção negativa em relação aos objetos desses teria então muitas pessoas evitam de procurar

o serviço de saúde justamente para evitar esse rótulo né que as pessoas com problemas do cunho psicológico a quem a receber da sociedade quando elas tentam se tratar então nós acabam se tornando assim pessoas com problemas de saúde mental com todas as consequências que eles trazem mas sem diagnóstico sem uma rede de ap oio e isso é muito preocupante porque enquanto aqueles que procuram ajuda tão orientação né para superar os problemas para continuar com a sua vida muitos outros continuam sofrendo

em silêncio escondendo isso de todo mundo né justamente para não se sentirem julgados e o estigma ea discriminação eles vão influenciar até na própria desvalorização dos profissionais envolvidos né eu mesmo eu sou psiquiatra uma série de amigos no meio médico falei bom então a gente ainda tem muito esse est igma também com a equipe que trabalha com um paciente com transtorno mental então com base nessa discriminação aqueles que se recompõem que dá uma volta por cima de uma doença psiquiátrica

geralmente eles escondem através de um disfarce né eles deixam isso quieto eles não contam para ninguém se eles forem se candidatar a algum novo emprego e a pessoa pode você já teve algum problema nervoso alguma doença não jamais eles negam justamente com medo das consequências dessa resposta ne sse caso eles sejam aí verdadeiros e se a gente se torna mais atento para as doenças mentais a gente consegue contribuir para criar oportunidades merecidas para essas pessoas ajudando eles a levar uma

vida normal a voltar para a comunidade como membros produtivos autoconfiantes capazes de desenvolver todo o seu potencial então pessoal a intenção desse vídeo aqui é justamente o mostrar que estigma preconceito a gente combate com informação tá nós mesmos precisamos rever toda a noss a ideia concepção que a gente tem relação aos transtornos mentais muitos pacientes meus referem olha às vezes eu tô discutindo com meu marido meu marido falou que eu tô muito melhor com tratamento mas aí quando

a gente tá discutindo não o ou seja a gente acaba vendo que mesmo reconhecendo a melhor a com tratamento o preconceito faz parte ali naquele ambiente então eu espero que eu tenha ajudado vocês se você já passou por essa situação se você se identificou conhece alguém passo u por isso coloca aqui nos comentários você às vezes acaba ajudando outra pessoa não deixa de se inscrever no canal semana que vem a gente se vê com mais um tema a amanda está com muitas pessoas não reconhece os

transtornos mentais são pessoas como todas as outras a ficou estranho doentes mentais ficou muito todas todas elas não é porque a gente põe a combinação aqueles que se recompõem que né é o o cruzeiro não a volta por cima tipo isso é um e aí Português (gerada a

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